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ICC - Índice de Consumo dos Consumidores

Confiança do consumidor paulistano caiu, mas expectativas sustentaram algum otimismo em maio, aponta FecomercioSP

O consumidor paulistano segue relativamente confiante com o futuro, mas já começa a dar sinais de que as contas domésticas estão mais pressionadas no presente. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), recuou 0,4% em maio, para 120,6 pontos, ante os 121,1 pontos de abril.

Na comparação com o mesmo mês de 2025, o índice, por outro lado, registra avanço de 7,9%, sinalizando que a confiança permanece em nível elevado, embora com sinais de acomodação no ciclo do consumo.


 

Pontos

120,6
  • Ano atual: 12,9%
  • Ano anterior: 10,1%

comparativo mensal

-0,4%
  • Ano atual: 15,1%
  • Ano anterior: 22%

comparativo interanual

7,9%
  • Ano atual: 12,9%
  • Ano anterior: 10,1%

Sobre

O objetivo principal do ICC é identificar o "humor" dos consumidores mediante sua percepção relativa às suas condições financeiras, às suas perspectivas futuras e também à percepção que o consumidor tem das condições econômicas do país. O Índice de Confiança do Consumidor varia de 0 a 200, calculado com base em perguntas dicotômicas (respostas positivas ou negativas) nos moldes do indicador de confiança de Michigan, criado em 1950. No início da década de 1990 a equipe econômica da FecomercioSP adaptou a metodologia original às necessidades brasileiras.

Como é obtido

Os dados são coletados junto a cerca de 2.200 consumidores no município de São Paulo.

Utilidades

Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no país, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.