O IPS assinalou avanço de 0,33%, registrando uma alta acumulada em 2026 de 1,97%, variando nos últimos doze meses 6,07%. Em 2025 o indicador acumulava 2,22% entre janeiro e março e 5,50% no período compreendido entre abril de 2024 e março de 2025. Dentre os oito grupos que compõem o indicador, nenhum encerrou o terceiro mês do ano com decréscimo em suas variações médias.
A contribuição que mais corroborou para o avanço do resultado foi do grupo Alimentação e bebidas (0,73%). O acumulado nos últimos doze meses é de 4,62% e em 2026 de 1,74%. O grupo Transportes foi responsável pela segunda maior pressão altista, variando 0,39%. Nos últimos doze meses, o acumulado foi de 6,70% e no ano de 3,58%.
Índice de Preços de Serviços (IPS) tem como objetivo acompanhar de forma sistemática e distinta a evolução dos preços de serviços e avaliar seu impacto sobre as diversas classes de renda.
Coleta de variações de preços de 66 itens de consumo de serviços apuradas pelo IBGE e que compõem o cálculo do IPCA na região metropolitana de São Paulo. A soma dos pesos dos 66 itens de serviços é reponderada de forma que somem 100% do consumo de serviços das famílias em média e também na divisão para cada faixa de renda.
O indicador proporciona comparações importantes sobre os efeitos dos preços de serviços sobre os orçamentos não apenas em diferentes faixas de renda, mas também por tipo de consumo das famílias.