O IPS assinalou avanço de 0,88%, registrando uma alta acumulada em 2026 de 3,83%, variando nos últimos doze meses 5,67%. Em 2025 o indicador acumulava 4,47% entre janeiro e julho e 6,03% no período compreendido entre agosto de 2024 e julho de 2025.
Dentre os oito grupos que compõem o indicador, três encerram o sétimo mês do ano com decréscimo em suas variações médias: Educação (-0,06%). Artigos de residência (-0,21%) e Despesas pessoais (-0,34%). A contribuição que mais corroborou para o avanço do resultado foi do grupo Habitação (2,21%). O acumulado nos últimos doze meses é de 6,38% e em 2026 de 4,19%.
Índice de Preços de Serviços (IPS) tem como objetivo acompanhar de forma sistemática e distinta a evolução dos preços de serviços e avaliar seu impacto sobre as diversas classes de renda.
Coleta de variações de preços de 66 itens de consumo de serviços apuradas pelo IBGE e que compõem o cálculo do IPCA na região metropolitana de São Paulo. A soma dos pesos dos 66 itens de serviços é reponderada de forma que somem 100% do consumo de serviços das famílias em média e também na divisão para cada faixa de renda.
O indicador proporciona comparações importantes sobre os efeitos dos preços de serviços sobre os orçamentos não apenas em diferentes faixas de renda, mas também por tipo de consumo das famílias.