O ano iniciou com a continuidade da recuperação do consumo, mesmo diante de restrição financeira com contas típicas de início de ano e juros elevados. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) — que mede o humor e a propensão imediata ao consumo — registrou alta de 2,4% em relação a dezembro e alcançou 115,4 pontos em janeiro.
No recorte agregado, o ICF de janeiro foi sustentado pela melhoria nos indicadores de emprego atual, acesso ao crédito, nível de consumo corrente e momento para a compra de bens duráveis. Esse desempenho reflete o mercado de trabalho, que, a despeito de sinais de desaceleração do seu ritmo de alta, ainda opera com níveis elevados de ocupação, sustentado pela renda disponível e por uma menor percepção de risco imediato.
A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) tem como objetivo produzir um indicador inédito com capacidade de medir com a maior precisão possível, a percepção que as famílias têm sobre seu nível futuro de propensão a consumir em curto e médio prazos.
A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) tem como objetivo produzir um indicador inédito com capacidade de medir com a maior precisão possível, a percepção que as famílias têm sobre seu nível futuro de propensão a consumir em curto e médio prazos.
Sendo um indicador antecedente de vendas do comércio, o ICF serve como instrumento substituto ou complementar aos modelos econométricos de projeção de demanda. É um poderoso aliado no planejamento de empresas, fornecedores e de políticas públicas.