E-commerce brasileiro teve maior faturamento da história em 2025, puxado por hubs, empresas e mudanças no mercado; SP lidera as vendas e o consumo
Investimentos em hubs de distribuição e logística, avanço de pequenos negócios totalmente online, diminuição de prazos de entrega e, além disso, uma mudança estrutural nos hábitos dos consumidores fez o e-commerce brasileiro explodir em 2025. Levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) mostra que o setor faturou R$ 295,6 bilhões no ano passado – alta de 20% em comparação a 2024. Em absoluto, o salto foi de R$ 48 bilhões entre os dois períodos.
Da mesma forma, nunca a equivalência do e-commerce no varejo foi tão grande: 6,5% de tudo o que o setor faturou em 2025. A taxa era de 5,4% em 2024 e 5,1% em 2023.
Os dados chamam atenção porque, se a pandemia – entre 2020 e 2022 – teve o efeito de acelerar a digitalização do varejo (o e-commerce faturou 81% a mais entre 2019 e 2020), a procura dos consumidores por compras online prosseguiu nos períodos seguintes, crescendo 10% por ano.
Em dez anos, a elevação do comércio eletrônico foi significativa: passou de R$ 55,9 bilhões em faturamento em 2016 para os R$ 295,6 bi de 2025 – um aumento de 429%. Da mesma forma, o e-commerce correspondia a 1,8% do varejo físico naquele ano e, agora, tem seis vezes o tamanho disso.
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Setor faturou R$ 295,6 bilhões no ano passado – alta de 20% em comparação a 2024. Em absoluto, o salto foi de R$ 48 bilhões entre os dois períodos.
Em dez anos, a elevação do comércio eletrônico foi significativa: passou de R$ 55,9 bilhões em faturamento em 2016 para os R$ 295,6 bi de 2025 – um aumento de 429%. Da mesma forma, o e-commerce correspondia a 1,8% do varejo físico naquele ano e, agora, tem seis vezes o tamanho disso.